quarta-feira, julho 27, 2011

A book, a movie & a song

A Book...
Aiiim, genteee...desculpa mesmo...no post anterior disse que teria mais post mããããs...não deu...conexão tava #fail demais...enfim, antes tarde do que nunca... :D
O livro que estou lendo atualmente - além dos demais ao lado, que não consigo terminar...\o/
Esta história tem como cenário principal a cidade de Paris, mais concretamente, a rua D'Antin nº 9, em meados do XIX.
Tudo começa com um leilão nesta rua, na casa de uma cortesã, Margarida Gautier, recentemente falecida, vitima de uma doença de peito. Nesse leilão, o narrador (que aparenta ser o próprio autor da obra) sente uma súbita necessidade de adquirir algo quando começa a ser licitado um livro, Manon Lescaut, que contem no seu interior uma dedicatória de um tal Armando Duval. O autor acaba por comprar este livro.
Pouco tempo depois desta compra, aparece em sua casa um homem que afirma ser Armando Duval, que lhe pede que lhe dê esse livro, para poder ter pelo menos uma recordação de Margarida Gautier. É então que lhe é pedido que explique a sua ligação com ela, visto o autor pensar que é apenas mais um homem que se tinha deixado encantar por esta moça.
Logo, Armando pouco diz sobre o assunto É só alguns dias mais tarde que finalmente relata toda a história, desde o momento em que viu Margarida pela primeira vez até ao dia em que recebe a noticia da sua morte. .(...) Bom, não terminei de ler ainda...então, não dá pra falar se estou gostando ou não...todo começo é chatinho...

E já que estamos falando de livros...o link abaixo é pra você baixar um marcador de livros bem diferente...
Marca-página


A Movie...

Esta mini-série é velhinha...de 19 e guaraná com rolha...rs Mas, é tão legal...

É um filmezinho que fala nada com nada...e vc ainda rí!


Personagens principais


Jerry Seinfeld (Jerry Seinfeld) Um humorista de stand-up, frequentemente retratado como a "voz da razão" entre toda a insanidade gerada pelas pessoas que o rodeiam. O personagem é levemente germofóbico e compulsivo, assim como um ávido fã de Superman e cereal de café-da-manhã. O apartamento de Jerry é o centro do mundo visitado por seus excêntricos amigos George, Elaine e Kramer. O enredo dos episódios envolvem com frequência os casos amorosos de Jerry, e ele geralmente encontra motivos ínfimos e tolos para terminar seus relacionamentos, entre eles por uma mulher ter mãos "masculinas", outra por comer uma ervilha de cada vez durante o almoço e outra por ter uma risada irritante.


George Costanza (Jason Alexander) — O melhor amigo de Jerry. É pão-duro, desonesto, mesquinho e invejoso, frequentemente retratado como um perdedor, inseguro quanto a suas capacidades. Costuma reclamar e mentir sobre sua profissão, relacionamentos e praticamente tudo o mais, o que normalmente lhe traz problemas posteriores. Utiliza com frequência o pseudônimo "Art Vandelay" ao mentir ou inventar histórias para justificar um dado comportamento. Em certa oportunidade foi descrito sucintamente por Elaine como um "homem baixinho, atarracado, lerdo e careca". Apesar desses contratempos, George costuma conseguir encontros com diversas mulheres, alcançando também um cargo de destaque no New York Yankees. Costuma fingir que é um arquiteto.

Elaine Benes (Julia Louis-Dreyfus) — Ex-namorada de Jerry. É inteligente e confiante, apesar de superficial. Tende a ser honesta demais com as pessoas, o que costuma lhe envolver em confusões. Tem como hábito criar problemas com os hábitos de seus namorados, as exigências bizarras de seus patrões e a rudeza de estranhos. Um tema recorrente para Elaine é sua frustração na procura do homem ideal. É a única mulher capaz de conviver com os outros três protagonistas.


Cosmo Kramer (Michael Richards) —(Meu favoritoooo!) O vizinho "maluco" de Jerry. Entre suas marcas registradas estão seu humor direto, um penteado espalhafatoso, roupas fora de moda e suas escorregadas frenéticas pela porta do apartamento de Seinfeld. Age às vezes de forma ingênua, quase infantil, ainda que aleatoriamente demonstre um extraordinário conhecimento acerca do comportamento humano. Embora nunca permaneça em um emprego fixo, costuma inventar planos mirabolantes para ganhar dinheiro, que normalmente funcionam no começo mas terminam sempre em fracasso.
Clique aqui para assistir



A song...

(#Item 51 da lista - 101 coisas em 1001 dias)
"This is a happy end cause'You don't understand ..."







Yael Naim nasceu em Paris 29 anos atrás e se mudou com sua família para Ramat Hasharon, Israel, quando tinha quatro anos.Seu pai é um artista e sua mãe uma cosmeticista. Em Israel teve dois irmãos - um é Dj e o outro contabilista. Quando era uma garotinha e estudava no Conservatório de música, ela viu "Amadeus" e decidiu que quando completasse 30 anos faria uma sinfonia, "Eu consegui isso um anos antes" brinca ela. Mas ela não poderia controlar a realização dos objetivos que esperava para si própria. Tudo isso é culpa dos velhos vinis que ela descobriu não tão mais tarde - Aretha Franklin e The Beatles - alteraram seus planos. "Eu amava tanto tocar esse tipo de música, que acabava mais cedo o dever de casa e me sentava para compor". Gastava horas no piano que seu pai comprou e começou a frequentar o conservatório de música aos nove anos. Quando cursava o ensino médio, foi ver o grande jazzista Wynton Marsalis no clube Camelot em Tel Aviv e encontrou com um saxofonista que tocava com a orquestra de Wynton e tinha uma sede em Israel. Ele reconheceu o talento dela e todo mês, quando ele aparecia pelo clube, ele a levava para tocarem juntos. O batente seguinte, naturalmente, era com a troupe do musical do exército. Naim cantava na troupe da força áerea, iniciada em 1996, "Mesmo que fosse com o exército era muito agradavél". Durante um serviço, ela foi enviada para cantar em um concerto beneficente em Paris. Os organizadores observaram sua voz e fizeram anotações sobre ela. Quando saiu do exército, foi enviada para outro concerto em Paris, e após sua apresentação, foi chamada por produtores franceses que quiseram ouvir mais. "Aconteceu apenas que eles procuravam por alguém para um projeto musical, e quando eles ouviram o que eu faço, ficaram impressionados e me ofereceram um contrato." Com 21 anos, Yael Naim fecha um contrato com a gravadora EMI. Retorna a Israel e depois volta a Paris, e o trabalho do álbum leva um ano para ser concluído, quando algo mais acontece: O diretor francês Jewish Elie Chouraqui vê a sua perfomance e oferece a ela um papel em sua produção musical, que foi um grande sucesso. Seu primeiro álbum " In a Man's Womb" foi lançado em 2001, mas, apesar de todos os esforços, não foi bem sucedido: as canções não tocavam nas rádios e as vendas foram baixas. "O álbum saiu quando eu estava no musical e a música gravada era tão diferente que criou uma coisa desagradavél de se ouvir", ela tenta explicar. "Eu também era muito jovem, não tinha paciência e fiquei decepcionada rapidamente. Era um momento de crescimento" Depois com a falha em seu primeiro álbum, ela fez testes em diversos projetos com outros artistas e retornou então a outros musicais. Em um desses concertos conheceu David Donatien, um baterista indiano. Eles começaram a tocar juntos e depois de 3 anos de trabalho conjunto e gravações no quarto do apartamento de Naim conduziram se mais tarde a gravação de um CD.

"Meu primeiro álbum estava cheio de idéias e tentativas de ir em todos os tipos de sentidos. Eu era jovem, Eu amava fazer música mas eu não tinha um trajeto desobstruído (…)David me disse para ser mais transparente, expor o meu próprio jeito de ser, construir as canções em torno da emoção com a guitarra e minha voz" Em 2007 lança seu novo álbum "Yael Naim" e as vendas atestam que o resultado é realmente um sucesso e como uma jovem mulher israelense, cantando a maior parte em hebraico, se tornou o mais vendido álbum pela internet na França e agora em terceiro lugar em vendas nas lojas com aproximadamente 60.000 cópias em um mês, e toca nas mais populares estações de rádios. Desde que foi lançado Naim e Donatien tem ido frequentemente a programas de Tv franceses.

O álbum contém 13 trilhas que variam do Pop ao Folk a baladas melancólicas. O som está limpo com sua voz macia e morna, sem amostragem ou motifs eletrônicos.
(Fonte)

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