sábado, agosto 15, 2015

Eu olhei o meu dia... e aprendi algo novo... #Crochê


...há taaaanto tempo que eu queria aprender a crochetar...
Via as coisas lindíssimas aqui, ali, acolá...mas, sempre tive dificuldade...
Minha mamis domina os paranauês do tricô - coisa que não me simpatizei muito não, sabe...
Mas, o crochê...ah! o crochê... ue coisa linda...
Entendo quando minha mamis fala:"...o crochê deixa muito dura a peça...olha como o tricô deixa mais gostosa de pegar..."
Tá...até concordo...but...ainda curto o crochê...
Conhecí a Jô - que, para minha surpresa, não fiz nenhuma foto dela!!! #Comoassim ? - através do Stúdio Ká.
Depois disso, me identifiquei muito com ela...ela ri a beça - eu tb! rs
Fala besteira... (Eu não, heeeim... bom... rsr) 
E fazemos flamenco - ela está na turma 1 e eu na turma 2.
Mas, quando eu soube que ela ministrava aulas de crochê... \o/
(Dancinhaaaaa...dancinhaaaa...hehehe)
Não deu outra... me matriculei e ká estou mostrando os meus pequenos e primeiros passos...

(Por favor! Você que domina os paranauês do crochê...tenha misericórdia de mim! kkkkk  paciência... tô só engatinhando, minha genteeeem...

 Da série "Os misericordiosos alcançarão misericórdia...rsrs)

 Me aventurei a fazer uma gravata -  váááárias!!! Gueeeeenta!!! - para o Schrueder, meu gato... 
#Vamos_acompanhar


CONHEÇA A HISTÓRIA DO CROCHÊ

A Origem do Crochê é incerta; ignoramos se ela é chinesa(descoberta pela rota da Seda), peruana,tunisiana, egípcia ou dinamarquesa. Mas os primeiros trabalhos conhecidos como crochê remontam ao fim da Idade Média. Nesse período, religiosas ensinavam a técnica às jovens de famílias nobres; com o crescimento e a evolução dessa prática manual, o crochê tornou-se o passatempo predileto das damas da corte da Itália, da Espanha e da França.

Na Renascença e durante a época de Luís XIV a técnica se aprimorou, assim como a qualidade dos trabalhos. A Revolução Francesa propiciou indiretamente a difusão do crochê para todos os países da Europa (Irlanda, Inglaterra, e países nórdicos) graças as famílias nobres que ali se exilaram, levando consigo esse conhecimento. Mas o apogeu do crochê aconteceu na Irlanda do Século XIX, época na qual se transformou numa verdadeira indústria artesanal. Com efeito, após a Grande Fome de 1846, dizem que a Madre Superiora de um convento daquele país pediu às irmãs que ensinassem a técnica às mulheres do povo, a fim de que pudessem trabalhar sem sair de casa.

Essa iniciativa teve um sucesso fabuloso, e assim surgiram as guipures da Irlanda, fabricadas à mão em Dublin e Belfast, e exportadas para o mundo inteiro, particularmente para Inglaterra vitoriana. Essa renda servia para ornamentar roupas e a lingerie da corte, e com ela também se produziam pequenos objetos para os salões dos palácios.
Na França crescia igualmente o interesse no crochê, mas o trabalho feito à mão é progressivamente substituído pela produção industrial. A técnica, que anteriormente passava de geração em geração, numa tradição que unia transmissão do conhecimento de forma oral ou manual, passou a ser objeto de livros, nos quais se publicavam os pontos básicos seguidos de inúmeros projetos e modelos.

Assim, Mademoiselle Riego de La Blanchardière, depois de ter ensinado a técnica do crochê à corte da Rainha Vitória, publicou a primeira revista sobre o assunto: The Needle.
A moda do crochê mudou no fim do período vitoriano, nos anos 1890. Já na era eduardiana, a renda crochetada teve seu ápice entre os anos 10 e 20 do século passado, apresentando texturas e pontos mais elaborados.


Eu tenho de anotar tuuudo...se não, esqueço...

No meu primeiro dia, arrisquei uns biquinhos nos panos de prato... (rosa e azul...lembra? Cores da minha cozinha.)

Nãããão! Mamis não estava aprendendo nada aqui não...
Pelo contrário...tava trocando receitinhas de culinária...ela fez um bolo de chocolate de lamber os beiços... (Levamos para tomar café com as meninas e fez o maior sucesso!)
Keep calm!!! Teremos aqui loguinho em #Aventurasnacozinha 



Eu olhei o meu dia, percebi
Que Tu és melhor que uma canção de amor
Muito mais do que eu canto
Sob os cantos do mundo
Um minuto contigo é melhor do que tudo



É por isso que estar a ouvir Tuas palavras
É olhar pra minha alma e saber que em Ti sou feliz
Me esconda em Ti
Eu preciso andar no Teu CaminhoTeu amor sobre mim
Muda meus os passos, ilumina meu rosto



Eu olhei o meu dia, percebi
Que Tu és melhor que uma canção de amor
Toda arte que eu façoTodo som entoado
Não é mais que uma grande vontade de Te conhecer



Meu amor, sei que és o meu Deus e mistério
E o Teu filho Jesus é na Cruz caminho de paz
Me esconda em Ti
Meu Deus, eu preciso andar no Teu Caminho
Teu amor sobre mim
Muda meus os passos, ilumina meu rosto


 Teve a presença da amiga Almira...
(E  não...não cortei meu cabelo curtinho...apenas amarrei...)


Teve pessoas leeeendas...


Olha que idéia genial!!! Uma caixinha revestida com lápis de cor!!!

 Eu já disse que quero fazer? 

 Da série "Manhêêê!!! Nunca pise aquiiii! Isso faz a gente choraaaar!!" kkkk
Ai, ai... 
rrs
Tá...parei...rs
(Doutor Dukaaaaaaaaaaaaaan!!! Kadê tuuuu??? rsrs kkkk)


Um lugar simples mas, que exala arte...

(Quem souber que fez essa arte acima, please...me passe os nomezinhos!!Gostaria de citá-los!)

E teve café!!! Queeeeer...?


Já ficou apaixonado por uma música?
Eu mooooitas vezes...
E a da vez é essa!!!
Confesso que não gosto de todas as canções deles - normal! 
Mas, essa...é uma poesia! Que leeeenda!!!
Indico mooooito!!!

Os meus olhos estão sempre voltados
para o Senhor,
pois só ele tira os meus pés da armadilha. 
Salmos 25:15


Molts petons!!! Bona tarda!!
Hasta!!!

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