quinta-feira, março 14, 2013

Somos como bolhas de sabão, que Deus vai soprando, até que um dia a gente estoura e tem de ir embora #Dia_da_poesia


...sou daquelas que vê poesia até numa poça de chuva no chão....rs
Sério...aprendí a dar valor mais às coisas simples da vida... principalmente depois que voltei a andar...
Hoje, eu levo a vida "brincando"...(não no sentido de ser irresponsável mas, de não se levar tão, tão a sério... de não me estressar tanto... de começar e recomeçar a fazer as coisas que eu gosto...de "brincar" mais...de VIVER!
Decretei também fuga!Éééé...to fugindo de tudo quanto é gente mal humorada...frustrada...que só sabe reclamar e não faz nadica de nada para tentar mudar...porque problemas todo mundo tem...mas, como alguém já cantou: "Éééé preeeeciiisoooo saber viveee-eeer!"

"E o que atrapalha é, ter toda essa pretensão de querer ser super legal, de querer ser um croissant, quando você é um pão de sal"

Então, desisti de querer agradar a gregos e troianos...afinal, quem é seu amigo será seeempre seu amigo, independente de vc fazer algo para garantir isso ou não...independente se você expresse suas opiniões - porque não vale a pena se anular ou deixar de pensar por si só para querer agradar...com receio de desagradar o "amigo"...(Sim!Por incrível que pareça, já deixaram de falar comigo só porque eu... penso!)
Conclusão: Continuo sendo um ser pensante - grazaDeus! - e continuo com meus amigos leais...

Então, bóra viver, minha gente...
Sim!Porque a vida é um presente!E é apenas uma!Depois, mééééu beeeem... Kbô, vida, kbô...rs

Hoje é dia da poesia!(Como eu aaaamo poesia!) Tenho 43534526,353252 de blogs cheinho de frases...textos incríveis de poetas anônimos,outros nem tanto...
Separei  alguns materiais que julgo ter muita poesia transbordando...alguns - a maioria...rsrs - com um lado lúdico...outros através da música...ou da escrita ... vídeos...

1) Videozinho mas fofo, da Banda Hidrocor:


2) Música liinda de um cantor espanhol revelação, Pablo Alborán...(Muito legal esta versão...)





3)O Blog de crônicas, Às Claras, de Clara Vanali.



de dentro – quem é que entende

Do amor, quem é que entende.
Uma amiga diz que tem preguiça. E por ter preguiça ela prefere os ex-amores. Porque eles já conhecem os caminhos, os sentidos e a hora certa de chegar. Um ex-amor já gosta de você. Não precisa se esforçar. E nem dizer onde você se formou. Qual é a sua cidade natal. Que gosta de cozinhar. Que é culta. Frequenta os bares da Augusta. Lê Leminski. Já conheceu Londres. Roma. Florença. Começou ioga na semana passada. Arrisca um francês. Está até tirando foto. Quem sabe vai montar uma exposição. Não. Não precisa. Ele gosta de você. E só por ser você ele já gosta. Por estar ali, na frente dele. E mesmo sabendo que, às vezes, você é uma chata.
De ex-amor, quem é que entende.
Que não é mais amor e nem amizade. Que não faz parte da sua rotina, que não se recorda muito bem quem você é. Mas que aparece e sabe que você sim, vai se lembrar. Que agora são dois estranhos, apenas com saudade – do que não precisa de esforço e está pronto. Vocês já foram conquistados. Um pelo outro. Mas é a vida que segue. Está todo mundo dizendo isso agora. É ela que leva. Vocês dois. Para caminhos completamente diferentes.
E quem é que entende disso tudo.
Fique sóbria. Sóbrio. Respire fundo e arrume apenas 1 amor a vida toda para que os anteriores não cocem a sua cabeça. Não te despenteiem dessa forma. Veja o que eles tem te causado. Freie. Tire o pé desse pedal, a escolha é sua.
Mas quem é que sabe.
Sem os ex-amores você não tem lembranças, histórias, caminha apenas pelo marasmo. E pela dor de não vivido nenhum deles. Pela falta da saudade, apatia. Pela ausência de lembrar de uma voz ou de uma risada confortável, que seja. É uma vida sem. Amores. Tão fortes como combustíveis, que vêm, vão embora, e sempre permanecem.
(Gostou? Vai lá no blog!)


Escritora, formou-se em Letras e especializou-se em Jornalismo. É louca por música, vestidos, dias de sol e fofices em geral.Também é dona do Blog De vestido. 
(Aaaamo suas crônicas)

Paradise, sunshine, guitars

Escrevo pra dizer que você tinha razão, sempre teve e sempre terá. O amor é mesmo essa coisa que cresce pra todos os lados, sem beira, sem limite, sem fronteira. O amor não tem bainha, não tem aresta, não tem pausa pro café. O amor não manda recado, não chega na hora e nem liga avisando que está atrasado. O amor não está na vitrine, nem na prateleira, nem na geladeira. O amor quando não encontra espaço, acaba arrancando um pedaço. O amor não dá em árvore, não chove da nuvem, não nasce com o sol e nem cresce do chão. O amor não chega embrulhado pra presente e nem sempre deixa a gente contente. O amor é poema sem lema, ele mesmo é o tema: oceano onde eu remo e você rema. O amor é a alma batendo palma, pedindo calma. O amor é uma miragem, uma viagem, um redemoinho no caminho, na cadência e com paciência. O amor é quente e aquece a gente. O amor é música pra seguir mais um passo, sem perder o compasso. O amor é melodia que você assovia e arranha no violão. O amor é outono, inverno, primavera e verão. O amor é canção do destino e eu, em desatino, desafino. O amor é coração aberto, mas o coração nem sempre é esperto. O amor é um sorriso sem juízo do paraíso. O amor é tudo isso ou nada disso. Você escolhe, recolhe, acolhe esse amor que cresce que nem a pele e você não digere até que ele se revele, você tome mais um gole e ele te assole. E se um dia o amor brotar, a gente ainda pode regar. Se o amor acontecer, ele pode crescer. Se o amor tocar, a gente pode dançar. Pra guardar na memória essa história de luz solar que fez e faz a gente brilhar. Sometimes an open heart is a broken heart. Paradise, sunshine, guitars.

Crôncas de Danuza Leão



Falando em crônicas, há um tempinho atrás, eu fazia coleção das crônicas da Danuza Leão. Se eu não me engano, jornal Folha de São Paulo.
Esperava que entregassem o exemplar em minha casa e corria para ler...recortava todas e as colecionava...claro que, com o tempo, faxina vai, faxina vem...foram jogadas fora...snif...
Os Invejosos  (Revista Claudia – em 05.05.2011 )

Há décadas as mulheres lutam para ter os mesmos direitos que os homens. Já conseguiram muito: podem entrar num restaurante sozinhas, viajar idem e até dividir as contas quando saem com o namorado. Mas em algumas coisas, vamos reconhecer, jamais seremos iguais a eles.
Não neste século, talvez no próximo. Talvez.
Pense, por exemplo, num homem de 45/55 anos, inteligente, charmoso, sarado, levemente grisalho, bem-sucedido no trabalho, boa-praça e simpático. Quem não gostaria de namorar um homem assim? Esse tipo de homem costuma ser o sonho de consumo das mulheres dos 30 aos 60.
Agora, vamos inverter: pense numa mulher entre os 45 e os 60, inteligente, sedutora, com os cabelos começando a embranquecer, um sucesso na vida profissional, elegante, culta, viajada.Quantos homens telefonam para ela por dia tentando se aproximar?
Quantos sonham em ter um romance com ela?
Vamos admitir: poucos. Nenhum, talvez. É justo? Não.
É assim? É. Por que será? Eu, cá com os meus botões, penso que a culpa é um pouco nossa. Esses homens tão cobiçados – estou falando dos solteiros, claro – não costumam passar a vida procurando desesperadamente por uma mulher.
Já nós – a maioria das mulheres, eu diria – pensamos muito nisso. Quase que só nisso. Alguém já ouviu um homem dizer “não tem mulher na praça”? Mas “não tem homem na praça” estou exausta de tanto ouvir, das gatinhas de 20 às maduras de 60. Se já podemos fazer praticamente tudo que eles fazem, por que precisamos tanto deles?
Boa pergunta.
Mas as coisas estão mudando; você já reparou que eles estão querendo ficar iguais a nós? Existem coisas que um machão não podia fazer e agora ficou decidido (por eles, claro) que pode. Com o surgimento do metrossexual, eles não escondem que se depilam, fazem plástica, lipo, limpeza de pele, hidratam e pintam os cabelos, usam vários cremes no rosto, e já existem muitas marcas de produtos de embelezamento dirigidas exclusivamente ao público masculino. Além disso, trocam as fraldas dos filhos, usam brincos, pulseiras e anéis, e só falta mesmo vestirem saias e usarem sapato alto (Ronaldinho Gaúcho usa até aro no cabelo).
E não é por acaso que no Carnaval eles saem vestidos de mulher, usam batom, blush e não dispensam nem os sutiãs.
E mais: agora resolveram entrar no sacrossanto recinto feminino, que é a cozinha. Compram utensílios importados, vão à feira e inventam receitas; para nós, mulheres, sobrou o pior: lavar as panelas.
Um dia a gente chega lá.
Mas a natureza nos deu o maior de todos os privilégios: o de podermos ser mães. Eles não falam disso, claro, e se Freud descobriu, cientificamente, que a mulher tem inveja do pênis, nunca mencionou a inveja deles, que não podem conceber um filho. Compreende-se: Freud, sendo homem, puxava a brasa para a sua sardinha. A vida é muito boa, mas no dia em que deixarmos de lado essa procura insana por um amor, um homem, um marido, acho que seremos muito mais felizes.
E, se pintar um homem, melhor ainda.

Poderia citar tanto e tantos e tantos poetas incríveis... escritores fascinantes...sem falar dos clássicos...então, este post nem teria fim...


Finalizo o post com esta pintura que eu fiz...
E uma frase do grande Fernando Pessoa abaixo.

O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
Fernando Pessoa

Feliz dia da poesia! Bestos!Bona nit!!
*Desculpem pela demora...quase que o post não sai...correria... 


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